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domingo, 22 de julho de 2012

Splatterhouse - A alma de um filme trash em um game

Filmes de terror desde sempre fizeram muito sucesso nas telonas, não é de hoje que assassinos em série, demônios, fantasmas e cientistas loucos aterrorizam heróis desavisados.
Mas e os games? Antigamente não era comum jogos com temas adulto/horror, mas há anos atrás um jogo foi além e nos mostrou que monstros e sangue podem fazer sucesso nos games também.
Em um tempo onde não existia Resident Evil e filmes do Jason dominavam, eis que a Namco cria Splatterhouse, um game com toda a essência de um filme de terror trash.
Vamos conhecer essa franquia de clássicos, em uma verdadeira viajem ao inferno...
Let's go!



Splatterhouse - 1988 - Arcade



Um dos pioneiros do terror nos games, Splatterhouse inovou na época por mostrar violência explícita e muito sangue.
O enredo do game é típico dos anos 80: espanque o que vier pela frente e salve sua garota...
Claro que não é tão simplório assim...
Rick Taylor e sua namorada Jennifer Willis são um casal estudante de parapsicologia (alguém pode me dizer o que é isso?) e decidem ir investigar a mansão abandonada de Dr. West.
Até ai tudo bem, só que quando entram na mansão misteriosamente aparecem criaturas horrendas que sequestram Jennifer e facilmente derrotam Rick...
Quando tudo parecia perdido eis que surge A MÁSCARA DO TERROR que garante grandes poderes a Rick.
Sem reclamar muito o jovem vira um marombado cheio de raiva pronto para o resgate.
O enredo não é grande coisa, mas naquela época qualquer pretexto para sair espancando alguém era válido.

A máscara do terror, ou será a mascará do Jason mesmo...?

O jogo é um side-scrolling bem básico, Rick pode pular, atacar, se agachar e dar rasteiras além de poder soltar voadoras no melhor estilo Van-Danme.


Os gráficos de Splatterhouse são muito bons para a época e os detalhes até hoje impressionam, para cada inimigo há um tipo de morte e dependendo da arma que você estiver o efeito da morte será diferente.


O som combina com o clima de terror do jogo, porém Rick não tem voz e só solta uns mugidos de vez em quando... vai entender.
O controle responde bem, mas Splatterhouse não é um jogo fácil, algumas partes requerem precisão cirúrgica para passar.

Splatterhouse, saiu para o PC Engine, mas a máscara de Rick foi
alterada para a cor vermelho, provavelmente para evitar um processo dos donos
da série Sexta-Feira 13

No mais Splatterhouse é um bom game, além de ser muito inovador para época até hoje ele diverte bastante.



Splatterhouse 2 - 1992 - Mega Drive


Capa Japonesa e Americana, respectivamente.

A matança continua, três meses depois dos acontecimentos da mansão Jennifer aparentemente está morta, já que Rick aparentemente a espancou até a morte no primeiro jogo, que ela aparentemente vira um demônio, mas aparentemente não era ela, então aparentemente Rick precisa ir até o inferno e salva-la... não consigo parar de escrever aparentemente...
PORQUE APARENTEMENTE EU NUNCA ENTENDI A PORCARIA DO SEGUNDO GAME...
O cara mata a mulher, mas ela não morreu, mas ela está no inferno, então temos que levantar nosso rabo gordo e ir salva-la...


Bem quem sou eu para julgar, o que importa é que Splatterhouse 2 é um ótimo game, os gráficos estão muito detalhados e bem feitos, é ainda mais legal espatifar e fatiar monstros.
Um detalhe importante é que a máscara foi reformulada, na versão americana ela parece com uma caveira, já na versão japonesa ela lembra uma pintura kabuki.
O som melhorou em relação ao primeiro mas nada épico ou grandioso.
A jogabilidade se mantém igual ao primeiro e o sistema de jogo é o mesmo, continua com a dificuldade elevada, mas agora temos passwords para facilitar a vida.
Splatterhouse 2 foi um dos primeiros games em um console caseiro a ter tanta violência e sangue, o que na época deixou muita gente de boca aberta.



Splatterhouse 3 - 1993 - Mega Drive


Ah esse é o meu favorito, e acredito que o de muita gente também...
Aqui a Namco inovou e reformulou toda a jogabilidade e transformou o game em um Beat'Em Up, no melhor estilo Final Fight.


Rick vivia tranquilo com sua amada Jennifer e seu pimpolho David, os três compraram uma mansão e viviam tranquilamente até que as forças malignas lideradas por Evil One sequestram Jennifer e David.
Sem alternativas e desesperado Rick não sabe o que fazer, até que a máscara aparece e lhe oferece seus poderes para ajudar.
Então mais uma vez Rick usa a máscara do terror para distribuir hematomas e desmembramentos à criaturas do inferno.


Aqui vemos a máscara com consciência própria e agora ela dá dicas e guia Rick pelo jogo.
Os gráficos são um show à parte, mostrando que o Mega Drive tinha um enorme poder gráfico, quando usado corretamente.
Durante as fases são mostrados imagens digitalizadas que vão contando a trama.


A jogabilidade é muito boa, Rick pode dar socos, voadoras, agarrões, cabeçadas e um chute giratório que arrebenta com tudo.
A novidade fica por conta da transformação de Rick, ele vira um monstro musculoso com ataques ultra-poderosos, porém mais lentos, o que faz o jogador usar certas estratégias para quando ou não usar as transformações.



As armas continuam presentes porém com efeitos menos grotescos que antes.
O som se mantém bom com músicas que se encaixam perfeitamente no clima.
Vale lembrar que o jogo possui 4 finais dependendo se você salvou Jennifer ou David, para isso você precisa terminar as fases a tempo, que são verdadeiros labirintos.
A cada fase existem diversas portas que podem levar o jogador para atalhos, mas o objetivo principal é chegar ao X marcado no mapa, que é onde o chefe da fase se encontra.
Splatterhouse 3 é um dos melhores títulos do Mega Drive e devido aos 4 finais, o mesmo tem um fator replay bem alto. Recomendadíssimo!


Splatterhouse - Ps3/Xbox 360 - 2010


Passaram-se anos desde Splatterhouse 3 e foi só em 2010 que a Namco resolveu atiçar os fãs com as primeiras imagens de Rick em HD...
Mas a espera valeu a pena? o jogo é bom? Ou foi só uma tentativa falha de reviver um velho game?
Meus caros, vou aqui expressar minha opinião como fã e como jogador crítico que sou...
O meu voto para o game é extremamente positivo, vou lhes contar o porquê.
Splatterhouse é um Beat' Em Up clássico em um sistema moderno, provavelmente esse é o motivo de alguns sites e revistas terem dado notas tão baixas para o game, coisa que não consigo entender...
O enredo é uma mistura do primeiro game com algumas novidades, mas tudo que aprendemos a amar nesse universo grotesco está lá, Dr. West e seus demônios, a máscara falante, que devo dizer, ficou impossível não gostar dela, o bicho é extremamente arriado e debochado, muito legal, só Rick e Jennifer foram reformulados, Rick é um nerdão de faculdade e Jennifer é uma metaleira gostosa, fora isso o game continua detonante.

Rick e Jenny de cara nova.

Os gráficos são muito bons, eles tem um estilo cartunesco lembrando um pouco Brutal Legend, mas lembremo-nos que a sanguinolência e carnificina são extremas aqui, muito mais que no jogo antes citado.
O som é uma pauleira só, Death Metal no talo, com presença até da banda brazuca Cavalera Conspirancy, bom demais.
A jogabilidade é ótima, Rick possui um extenso arsenal de combos e golpes, transformando nosso herói em uma verdadeira máquina de matar. Rick também pode se transformar em um monstrão como no terceiro game, porém aqui ele fica invencível e seus golpes arregaçam com tudo.



Dr. West e suas criações

Outro detalhe são os "Splatter Kills" uma espécie de fataliy que se pode usar quando um inimigo está perto da morte, também é possível recolher fotos de Jenny totalmente pelada, assim como encontrar gravações do Dr. West revelando ainda mais detalhes da trama.


Em algumas partes o game fica em visão side-scrolling

Splatterhouse é um game da velha guarda, não há puzzles mirabolantes, nem fases com exploração muito grande, mas todos os cenários são ricos em detalhes e muito bem feitos.
Não se deixe enganar pelas notas baixas de certos sites e revistas, Splatterhouse é um grande jogo, lembrando demais os velhos Beat'Em Up's das antigas, vale muito a pena descer até as profundezas do inferno mais uma vez para salvar uma garota, e devo dizer, fatiar demônios com uma moto-serra é muito relaxante...




Bonus Game - Splatterhouse: Wanpaku Grafitti - NES (Famicom) - 1989


Pouca gente sabe, mas o Famicom (o NES japonês, até rimou) também teve sua versão de Splatterhouse. É claro que a Nintendo cortou toda a violência do game é o transformou em uma versão Super Deformed, ou Chibi para os Otakus de plantão.
No game Rick é ressuscitado por Jennifer, que acaba sem querer, também ressuscitando o maligno Pumpkin King, que adivinha?
Sim! Ele sequestra Jenny.
E Rick tem que fazer o que?
Isso mesmo! Ele tem que salva-lá.
Como já viram, mulheres em perigo era quase uma lei para games antigos, bem pelo menos funcionava...
Splatterhouse W.G. é um joguinho bem atraente, os gráficos são bons e a jogabilidade também.
É um ótimo título para o NES, pena que o sangue foi retirado completamente, porém coisas bem engraçadas foram adicionadas, como um chefe que dança como Michael Jackson em Thriller, ou uma privada que atira merda em Rick... Cara isso sim é perigo.
"It's Thriller, Thriller all night!!!"


O game é bom e vale umas jogadas.

Era isso, até a próxima, abraços sangrentos!

sábado, 23 de junho de 2012

Rygar - mitologia, monstros e escudos giratórios

Olá cambada!

Voltamos com mais post do seu querido blog OLD SCHOOL!

Aliás fazia um tempo que eu queria postar algo, mas estava sem idéias e sem tempo pra escrever sobre algum game, ou banda legal...
Mas esses dias fuçando nos meu bom e velho Ps2, acabei encontrando um game muito querido pra mim, Rygar: The Legendary Adventure, esse é o nome dessa pérola...
Mas não vou escrever só sobre ele hoje, vou contar toda a saga do game, que começa lá em 1986, agora senhoras e senhores, vamos nessa...


Rygar (EUA) - Argus no Senshi (JAP) - 1986
Arcade/Master System

Capa do Arcade

Capa do Master System

Lançado pela Tecmo para os fliperamas em 86, Rygar era um side-scrolling de plataforma, com uma dificuldade crescente, comum entre os jogos do gênero para arcades (os clássicos "come fichas" de plataforma).

A estória era bem simples, um reino que existe a bilhões de anos é assombrado pelo terrível Rygar... Sim eu também pensei que Rygar fosse o herói, mas o nome do cara é Argus.
Com isso Argus recebe dos deuses um escudo com uma corrente chamado Diskarmor, que funciona para o ataque e para defesa.
A jogabilidade é simples e dinâmica, um botão pula e outro ataca, pressionando para cima e atacando o escudo faz uma volta e acerta todos que estão em volta do herói.
Os gráficos são bons, cumprem seu papel, principalmente os fundos de tela que são bem detalhados.
O som também mantém o nível, principalmente as vozes de Argus, o carinha berra feito louco.
Apesar de ser um ótimo game, Rygar poderia facilmente nos fazer cortar os pulsos de raiva, afinal a dificuldade do jogo é descomunalmente esdrúxula...
Sério, além do exército de demônios, monstros e aberrações mitológicas que devemos enfrentar, de vez em quando aparece a morte e bem, te mata...
OMG! Why Lord?
Sem falar que após a vigésima fase (o game tem 27 fases) não se pode mais usar continues...
A única explicação cabível para isso é que o criador do jogo é o Loki...
Não entendeu a piada? Ó coitado...




Master System


Legendary Warrior-Rygar - 1987

Nintendo Entertaintment System (NES)


Lançado um ano após o original, Rygar do Nes é bem diferente arcade, agora a ação interrupta do primeiro game deu lugar a um gameplay mais voltado para o action-rpg.
Com o mesmo enredo, porém contado mais detalhadamente e com alguns adicionais, Rygar não é um game excelente, mas também não é horrível.
Os gráficos são bons para os padrões Nes, a jogabilidade agrada bastante e o som é ok também.
Como o game é puxado para o rpg, você evolui seu personagem e vai ficando mais forte, diminuindo a dificuldade bastante.
E falando nisso, nem se compara com as apelações infernais do primeiro game.
Um bom título para o nosso querido nintendinho.






Rygar - The Legendary Adventure - 2002
Sony Playstation 2


Esse jogo... Cara esse jogo... É lindo!
Rygar no Ps2 é animal em todos os aspectos, gráficos, som, jogabilidade tudo é na medida certa, uma obra prima.
O enredo é bem diferente dos anteriores, o herói, agora chamado Rygar, é um gladiador que vive na terra de Argus (que antes era o nome do guerreiro jogável), está prestes a receber coroações pela princesa Harmonia, quando a mesma é sequestrada pelos malignos Titãs, cabe agora a Rygar resgatar a princesa e salvar o reino de Argus.

Princesa Harmonia



Rygar mais uma vez possui o Diskarmor, o escudo/corrente/armadura dos games anteriores, porém no decorrer da aventura o Diskamor recebe os poderes de Hades, Zeus e Poseidon, cada qual com poderes e habilidades diferentes.
Além disso Rygar pode evocar feras místicas como Cerberus, Talos e Siren.
A jogabilidade é um show a parte, muitos combos e ataques especiais fazem parte do arsenal de golpes.
E falando nisso, a jogabilidade de Rygar deve ter servido de matriz para a Sony criar God of War, pois os golpes de Kratos lembram muito Rygar.

Se cair já era...

Chefes apelões não faltam

Cerberooooooos!!!!



Apesar de ser um ótimo game, o único defeito de Rygar é a câmera, algumas vezes ela pode fazer você errar alguns inimigos, pois a câmera é estática e muda de visão conforme o lugar, fora isso o jogo é simplesmente épico e viciante.

Jogue e comprove...


Era isso até a próxima!
Espero conseguir postar coisas mais seguidamente.
Abraços greco-romanos!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Top 10 - RPG's antigos que você deve jogar

Olá bambinos como vão? No post de hoje descreverei dez games que todo amante de RPG deve jogar (serei sincero ao dizer que uma dessas séries eu realmente nunca joguei, mas reconheço sua magnitude), são games que nos cativam não apenas por gráficos animalescos, mas sim por possuírem um enredo e sistema de jogo absolutamente envolvente e divertido.
Ah antes de tudo, isso não é um ranking, por isso todos os games estão em ordem alfabética.
Vamos nessa, conhecer os dez mais da velha escola dos RPG’s.


Breath of Fire

Clássico, essa é a palavra que se pode definir essa grande série de RPG sobre dragões.
Iniciado no Snes o primeiro Breath of Fire trouxe varias inovações nunca vistas antes em um RPG, coisas muito bacanas como minigames, sensação de passagem de tempo (com passagens do dia para tarde e por fim, para a noite), visão de batalha isométrica, capacidade de fundir os personagens (ou transformar, no caso do herói Ryu que se transforma em dragão nas batalhas) e muitas outras coisas.
Ao longo da série ela se tornou um pouco mais linear (a partir do terceiro game), porém não perdeu a graça em nenhum aspecto, mantendo-se como uma das maiores sagas de RPG que existe.


Os quatro primeiro games são obras de arte impecáveis (I e II para Snes, III e IV para Psx), mas fique longe do esquisito Breath of Fire: Dragon Quarter (Ps2).

Breath of Fire (Snes)


Breath of Fire II (Snes)

Breath of Fire III (Psx)

Breath of Fire IV (Psx, PC)

Dragon Quest

Uma das maiores franquias de RPG's do planeta, muito famosa no Japão.
Aliás, o que o mundo tem de fanatismo por Final Fantasy, o Japão por si só tem por Dragon Quest...
Reza a lenda que lançamentos do jogo são proibidos em dias da semana, porque o país simplesmente para, crianças e jovens não vão à aula e adultos faltam o trabalho...
Não os culpo nem um pouco, pois o jogo merece...
O primeiro Dragon tinha uma estória bobinha mas uma profundidade enorme, com o desenrolar simples porém envolvente, era aquela coisa, vá a uma cidade ajude o povo, faça uma missão, vá até a caverna, enfrente o monstro e assim se vai...
Porém era extremamente viciante...
E ainda continua sendo.
Dragon Quest ainda é lançado para diversas plataformas, e continua firme como um dos titãs dos RPG’s, sempre mantendo a veia “old school”, isso porque até os mais recentes como Dragon Quest VIII e IX ainda tem o carisma e emoção do primeiro, lançado a trinta anos atrás.

Dragon Quest 1 & 2 lançado originalmente para o NES, ganhou remakes para Snes e Game Boy.


Dragon Quest V um dos melhores na minha opinião, saiu para Snes, PS2 e DS.

Dragon Quest VIII (Ps2) é a perfeição entre tecnologia e nostalgia.

O Nintendo DS foi presenteado com o excelente Dragon Quest IX.



Final Fantasy

Lançado para diversas plataformas ao longo dos anos, essa série é aclamada mundialmente e constantemente chamada de “melhor RPG do mundo”.
E não é por menos Final Fantasy é um marco na indústria de games, apesar dos produtores terem passado por maus bocados na época do primeiro game, daí o nome Final Fantasy (algo como “fantasia final”) que foi a ultima cartada da empresa para sair da falência...
Bem, acho que eles conseguiram...
Até hoje a franquia é lançada, desde continuações até spin-offs, a questão de Final Fantasy é que nunca um jogo é continuação do outro, mas vários personagens, nomes e lugares têm ligação com jogos anteriores.
Confesso que a partir do nono game a série decaiu um pouco no meu gosto, mas não adianta Final Fantasy é sempre Final Fantasy e se alguém ainda não jogou algum titulo da saga, por favor, faça isso o mais rápido possível...

Final Fantasy foi lançado originalmente para NES, com remakes para Psx, Game Boy Advance, Psp e até para o sistema Android de Tablets.


Final Fantasy IV foi o primeiro da era 16-bit, também foi feito diversos remakes para inúmeros sistemas.


Um dos melhores RPG's do Snes, Final Fantasy VI é uma obra de arte em todos os aspectos.
Remakes foram feitos para muitos consoles.

O Pioneiro dos gráficos 3D, Cloud e sua turma fizeram muito sucesso no Psx.

Para mim o ultimo Final Fantasy de verdade... E um dos melhores com certeza,
eu fiz uma matéria bem escrachada desse game aqui.


Lunar

Lançado originalmente para o Sega CD, a série se destaca pelo trabalho elaborado dos NPC’s, trilha sonora marcante e animações em anime de primeira.
Muitos consoles já receberam games da série, Saturn, Psx, Game Boy Advance e até o Game Gear.
Para ser sincero eu nunca joguei nenhum Lunar, exceto o de Game Boy Advance, mas o jogo é tão aclamado por fãs de RPG que seria uma injustiça não mencioná-lo.
Quando sobrar um tempo eu tenho que jogar um por inteiro...

O primeiro Lunar saiu para o extinto Sega CD.

Remake para Psp, com vários extras.

Lunar Silver Star Story para Sega Saturn


Phantasy Star

A obra prima da Sega é não só um dos RPG’s mais legais do planeta, como também um marco histórico nos games.
O primeiro Phantasy Star foi lançado para o lendário Master System, quando este ia mal das pernas sobre o gênero RPG.
E não deu outra, Phantasy Star salvou o console e se posicionou como uma franquia de sucesso ao lado dos grandes Dragon Quest e Final Fantasy (o que pra mim é a tríade dos RPG’s old school).
Ambientado no espaço, o jogo faz uma perfeita fusão de ambiente futurístico e medieval, deixando tudo num clima muito legal.
O primeiro game foi audacioso ao ser o primeiro RPG com uma protagonista mulher e verdade seja dita, o game é muito além de seu tempo, três planetas para se explorar e muita ação e aventura tudo com gráficos e som magníficos.
As continuações para Mega Drive também são excelentes (o terceiro jogo ainda faz alguns fãs torcerem o nariz, mas isso é outra história), destaque para o perfeito Phantasy Star 4, que na opinião de muitos é não só o melhor da série, como também o melhor game de Mega Drive já lançado.


o primeiro game é simplesmente ANIMAL, jogue e aprenda que um bom jogo não precisa ter gráficos de um Ps3 ultra-power realistas.

A capa brasileira do fantástico game.


O segundo game saiu para Mega Drive e nos mostrou como um labirinto pode ser seu pior pesadelo em um RPG.


O injustiçado terceiro game, que apesar de tudo é um bom jogo.


A perfeição em forma de jogo, sem exageros, mas é verdade.
Apenas jogue essa obra prima...


Seiken Densetsu (Mana series)

Uma série de action-RPG que fez muito sucesso no Snes e em portáteis da Nintendo.
A série gira em torno da árvore de Mana, que é nada mais do que a árvore da vida, variando entre seus games os heróis e vilões de cada game.
A série possui vários atrativos como forjar suas armas, capturar espíritos para criar magias, adestrar monstros e muitas outras coisas legais.
Apesar de a série não ser muito lembrada hoje em dia, ela teve seus dias de glória e merece com certeza ser lembrada pelos seus excelentes jogos.


Secret of Mana era lindo e muito legal de se jogar.


Seiken Densetsu 3 (Snes) só saiu no Japão.

Legend of Mana (Psx) dividiu opiniões, mas trouxe muitas inovações para a série.


Children of Mana ficou conhecido no Japão como Seiken Densetsu DS, pois relembra os clássicos jogos.


Cronologicamente esse é o primeiro da saga, foi lançado para Game Boy Advance.

Suikoden

Guerras, ação, drama, traição, paixão, amizade, lealdade, emoção...
Falando assim até parece uma minissérie da globo, mas não é.
Suikoden apesar de ser um ótimo jogo, é um tanto que injustiçado, mas isto não tira a glória desta grandiosa série.
Os jogos da série são repletos de cenas dramáticas e empolgantes, o jogo possui um sistema de batalha bem bacana com até seis personagens na tela.
Suikoden também inovou trazendo a possibilidade de se recrutar 108 personagens para sua equipe, que ao avançar no jogo vira um exército com direito até de um castelo para base de operações.
Outro ponto que destaco são as batalhas estilo estratégia, no qual o jogador comanda suas tropas para cumprir determinadas missões, muito legal.
Os maiores clássicos da série são Suikoden (Psx), Suikoden II (Psx) e Suikoden V (Ps2).



Suikoden (Psx) inovou com as batalhas estratégicas e 108 personagens para se recrutar e formar seu exército.

Suikoden 2 manteve o ótimo padrão do primeiro jogo, adicionando muitos mini-games e side-quests no game.

O quinto game é uma volta as origens, com gráficos massacrantes e trilha sonora magnífica.

Shin Megami Tensei

Imagine um Pokémon do inferno...
Imaginou?
É quase isso que você encontrará nessa série.
Vindo do NES, a série explora o mundo da religião, desde culturas ocidentais e orientais.
Alguns games da série foram proibidos em alguns países, devido a conteúdos considerados “pesados demais” para o público.
No game você pode adestrar alguns demônios ou criaturas místicas para seu grupo, tipo, você pode ter em seu grupo um demônio, uma alma penada e um arcanjo, por exemplo.
Além de tudo isso, você pode fundir os demônios uns com os outros e alguns deles até mesmo evoluem...
A série possui diversos spin offs, como Devil Summoner, Digital Devil Saga e Persona, todos com o mesmo clima sombrio da série original.
Uma obra prima dos games, até hoje é lançado títulos para sistemas atuais.

Megami Tensei lançado apenas para o NES nunca saiu do Japão.


Shin Megami Tensei II para Snes, um grande jogo bastante inovador e ousado.


Devil Summoner: Soul Hackers para Sega Saturn, bastante forte com temas sombrios e as vezes até sexuais.

A série Persona começou no Psx e fez história, sendo lançada até hoje.


Shin Megami Tensei: Nocturne é um clássico de Ps2 vale muito a pena jogar este, matador em todos os aspectos.


The Legend of Zelda

A maior (e acho que única) franquia de RPG's da Nintendo.
Criada por Shigeru Miyamoto (o mestre por trás de Super Mario) a série nos lançou a terras inexploradas para salvar não só uma princesa, como o mundo todo.
Com toda a ação que um action-RPG deve ter, a série cativou a todos e se mantem como um dos maiores títulos da Nintendo.
O herói Link é marca registrada da empresa e já participou de muitos jogos, como Super Smash Bros e até mesmo Soul Calibur.
Um clássico sem tamanho.


O primeiro e inovador The Legend of Zelda para NES.


A link to the Past é considerado até hoje como um dos melhores games da série e do Snes.


Ocarina of Time inovou com gráficos 3D animais, jogabilidade viciante e quebra-cabeças infernais.


Majoras's Mask manteve o padrão do antecessor e trouxe as habilidades diversas das máscaras que o herói Link pode usar.


O Game Boy Advance recebeu o viciante Zelda: The Minish Cap, com gráficos acima da média e um enredo cativante (e bem doido).


Ultima

Originário do PC, a série Ultima é considerada um grande clássico dos RPG’s antigos, tendo sido lançados muito jogos ao longo dos anos.
Aclamada por ser quase um RPG de mesa virtual, a série trouxe coisas muito legais como o sistema de valores, sendo modificado dependendo de suas ações ao longo da jornada.
O mundo de Ultima gira em torno das terras antigas de Sosaria, onde lá vivem criaturas fantásticas, magos, elfos, monstros, heróis e vilões.
Um grande clássico dos computadores, vale a pena ser jogado.

O primeiro game inovou por sua profundidade e originalidade.


Ultima III: Exodus apostou no enredo envolvente cheio de criaturas demoníacas.


Quest of the Avatar é o quarto game e um dos mais aclamados.


Ultima VI saiu também para o Snes, porém a versão PC se manteve superior.

Bom, essas são dez de algumas das séries que valem muito a pena serem jogadas, se você não jogou alguma, jogue, porque garanto que vai valer muito a pena.

Imagens de algumas capas de Final Fantasy peguei deste site:http://www.neoseeker.com/

E as de Phantasy Star peguei do maior site sobre o game do Brasil:http://gazetadealgol.com.br/

Tomara que ninguém me processe por isso...

Abraços!!!